Dicas de joias, História, Livros »
Nina Garcia é uma daquelas mulheres que sabem tudo sobre moda e como usá-la a seu favor. Diretora de moda da Marie Claire americana, ela é, também, uma das juradas do programa Project Runway, reality show que premia o melhor estilista com um desfile em Nova York. Recentemente, ela lançou um livro, um best seller nos Estados Unidos, que agora chega ao Brasil: “As 100 +“, da editora Best Seller (312 págs), com ilustrações maravilhosas de Ruben Toledo.
Comprei o livro. Ali, Nina reúne uma lista, de A a Z, do que é essencial ter no guarda-roupa, de aneis ao pretinho básico, coisas que vão durar muito mais do que uma estação.
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História, Pedras brasileiras »
Precioso e semiprecioso são duas palavras conhecidas de nosso vocabulário, sendo que a primeira é verdadeira e a segunda falsa.
Precioso é um adjetivo qualificativo, logo o seu oposto deveria ser não-precioso. A mesma coisa podemos dizer da palavra honesto (e tantos outros adjetivos), não permite a existência de semi-honesto. Hans Stern, o fundador da H.Stern, costumava dizer não existem pedras semipreciosas, assim como não existem mulheres semigrávidas. “Ou é ou não é”, dizia.
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História »
A história da princesa Diane von Württemberg renderia um belíssimo filme. Nascida em Petrópolis, RJ, durante um curto período em que sua família esteve exilada no Brasil, ela tem sangue real por parte de pai, mãe e marido. Do lado paterno, descende de Luis Felipe, o último rei da França. Do materno, é tataraneta de d.Pedro II e neta da princesa Isabel. Em 1960, casou-se com o duque de Württemberg, da realeza alemã (para quem quer detalhes, na Wikipedia tem a árvore genealógica dela, com todos os ancestrais famosos).
Ainda adolescente, aos 14 anos, Diane enveredou pela arte da pintura e serigrafia. Depois abraçou também a escultura em metal, especialmente o bronze. Seus trabalhos são bem acolhido pela crítica e há sempre uma exposição marcada em alguma galeria (as últimas foram na Argentina e no Uruguai). Várias de suas esculturas estão espalhadas pelos jardins do castelo da família.
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História, Relógios »
Estava lendo o ótimo livro de Leandro Narloch, Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. Lá pelas tantas, Leandro aborda o mito Lampião, descrevendo-o como um bandido mais chegado aos coronéis do que aos pobres e “brega no último”:
“Obcecado por luxos, novidades estrangeiras e pela própria aparência, ele costumava exagerar. Fã de uísque White Horse e licor de menta francês, perambulava pelo sertão com botões de ouro no casaco e cheio de perfume”.
Citando o historiador Frederico Pernambucano de Melo, Leandro conta que Lampião usava o cabelo untado de brilhantina e tomava banho de perfume francês, Fleur d’Amour. Gostava tanto do perfume que passava também nos cavalos. Usava lenços de seda no pescoço e apresentava um cartão de visitas com sua foto, o que só os endinheirados tinham. E andava de carro.
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Diamantes, História »
Eis algumas questões sobre diamantes*, uma das pedras mais desejadas do planeta, para você testar seus conhecimentos. Sabe as respostas?
1) A que profundidade são formados os diamantes?
2) Quanto tempo demora para a Natureza formar um diamante?
3) Desde quando o diamante é conhecido?
4) Quando o Brasil descobre diamantes, o que acontece com o mercado?
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Diamantes, História »
Há tempos os anéis com diamante simbolizam o amor eterno. Existem duas explicações para essa simbologia: a primeira, mais técnica, faz referência à dureza da pedra, já que o diamante é a pedra mais dura que conhecemos. A segunda, mais romântica, envolve uma crença dos antigos gregos. Eles acreditavam que a ponta das flechas do cupido eram feitas de diamante. É possível que, por essas duas razões, a pedra tenha ficado conhecida nos nossos dias como a pedra do amor.
E o anel solitário, aquele com uma única pedra de diamante? Pois bem. Diz a história que, até o século XIV, os diamantes eram usados somente pelos homens. Mas em 1477 o arquiduque Maximiliano I de Habsburgo deu um anel de ouro com um grande diamante como presente de casamento à princesa Maria da Borgonha. A partir de então, presentear com um anel solitário passou a representar uma prova de eterno amor.
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História »
Madeleine Albright foi a primeira mulher a ser nomeada Secretária de Estado dos EUA e durante os anos em que serviu ficou conhecida por seus inúmeros broches, usados como meio de comunicação em suas missões diplomáticas. Uma borboleta como mensagem de esperança, uma pomba em sinal de paz são apenas alguns exemplos. Também soube ser sarcástica: Depois de ser chamada de “cobra” por um oficial de Saddam Hussein, apareceu com um broche em forma de serpente na primeira reunião com o ex-líder iraquiano.
O Museum of Art and Design, de Nova York, acaba de inaugurar a exposição Read My Pins: The Madeleine Albright Collection com mais de 200 broches arrumados por temas e seus respectivos significados. Uma grande oportunidade do público ver de perto a coleção de Madeleine deste pequeno, porém poderoso, acessório. Clique abaixo e veja algumas fotos cedidas pelo museu. >>Cristiane Peixoto, de Nova York.
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História »
Muitas culturas consideram o círculo (e conseqüentemente a aliança) como um símbolo do eterno, pois é algo sem começo ou fim. Daí provavelmente a ideia de que um aro, usado no dedo, traria uma união duradoura.
Os anéis de casamento são conhecidos desde a Antiguidade. Entre os romanos, eram no princípio de ferro, ficavam escuros e nos museus, hoje, não são nada belos. Depois passaram a ser também de prata ou ouro, não raro traziam o desenho de um aperto de mão. Também podiam conter inscrições internas. Entre os egípcios, os anéis de casamento também tinham pedras preciosas.
Segundo registros feitos pelo arcebispo Isidore de Seville (560-636 DC), no livro The Ethymologies, os anéis eram trocados por noivos como símbolo de fidelidade mútua e de união dos corações. Era colocado no quarto dedo da mão esquerda, pois acreditava-se haver uma veia que saia do anular esquerdo direto para o coração.
Essa tal veia a ciência já descartou. Mas na Acupuntura e no Do In (métodos de cura orientais milenares) há um meridiano, o do coração, que passa pelo anular esquerdo …
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