Alianças & casamento, Celebridades, História »
Príncipe Willian e Kate Middleton estão noivos e o presente para marcar o compromisso é um anel com uma safira oval rodeada por 14 pequenos diamantes, um desenho clássico da joalheira. É a mesma aliança que Lady Di ganhou do príncipe Charles quando ficou noiva.
Gosto muito dessa ideia de que só uma joia é capaz de trazer: a de que você tem algo que pode passar de geração para geração, algo que carrega uma história, que marca um momento, que traz lembranças. William declarou à rede BBC que, dar a aliança de sua mãe para a futura esposa, era o seu jeito de fazer com que sua mãe estivesse presente não dia tão importante. Comovente, né?
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Artes & design, História »
O que faz uma mulher ter estilo? Aquela que todos admiram, mesmo os que não “entendendo de moda” sabem que elas são “diferentes”, que possuem algo que nenhuma outra tem? O Museum of The City of New York ( pouco conhecido infelizmente) apresenta um desfile de vestidos e joias usados por 80 mulheres que, através de seus estilos, talentos e poderes se destacaram (algumas ainda vivas) em NYC durante o século XX. Nem todas americanas ou novaiorquinas, mas todas capazes de uma forma ou outra deixar sua marca registrada na lembrança da sociedade de cada época.
Jaqueline Kennedy , Duquesa de Windsor ( não esqueçam que foi motivo para alguém abdicar do trono da Inglaterra!), atrizes como Lauren Bacall,
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Artes & design, História »
A jornalista Juliana Lozano, da equipe de assessoria da H.Stern, aproveitou as férias para fazer um curso em Londres. Onde? Na meca da moda, onde TUDO acontece: Saint Martins. Claro que ela amou, voltou empolgadíssima. Veja o que ela contou:
“Passear por Londres é muito bom, porque além da riqueza histórica da cidade, ela fornece muita informação de moda. O simples fato de andar pelas ruas já é um grande acontecimento. São diversas combinações de cores, acessórios inusitados, penteados diferentes… resumindo, um lugar recheado de inovações pra se inspirar.
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Eventos, História »
De passagem por Londres, sempre borbulhante no verão, me refugio da multidão na Somerset House, que exibiu o 20 The Exhibition – Maison Martin Margiela. A exposição, didática e fascinante, mostrou as duas primeiras décadas de trabalho do estilista belga que, no fim dos anos de 1980, abriu, na rue Saint Maur, em Paris, sua marca fashion, vendida no final do ano passado para a italiana Diesel. Antes de passar o negócio adiante, fez fama tanto com o seu desconstrutivismo _mais uma estética destroy ou minimalista_ como pelo fabuloso uso do branco, em todas as suas possiblidades e variações, forte ou frágil, como diz o catálogo da exposição.
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História »
Saindo um pouquinho do âmbito da moda, vou falar um pouco sobre decoração. Mas tem alguma semelhança ou similaridade? Sim tem, ainda mais quando uma estilista de grande talento, como Diane von Furstenberg, assina a decoração de um famoso e luxuoso hotel.
Quem for ao Claridge’s de Londres, considerado a joia Art Déco no bairro descolado de Mayfair, terá a opção de escolher o quarto fashion que quer ficar, todos assinados pela estilista. Diane já se referiu ao Claridge’s como sua segunda casa desde os anos 70, e foi
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Celebridades, Eventos, História »
São seis vestidos, mas aqui só temos fotos de quatro deles. Todos estão expostos no shopping Iguatemi de São Paulo. Todos foram usados por divas do cinema. E fizeram história. Cinco deles são réplicas, mas ainda assim, vale a pena conferir de perto esses ícones fashion!
Marylin Monroe está para sempre eternizada em um vestido esvoaçante branco, frente única, plissado. Não tem cena de cinema mais emblemática do que essa, de “O Pecado Mora ao Lado“, quando Marylin para sobre o duto de ventilação e se diverte segurando o vestido. A réplica exposta foi feita para que a atriz Mira Sorvino o usasse na cinebiografia “Norma Jean & Marilyn”. Mais tarde, Sarah Jessica Parker usou o mesmo vestido em uma sessão de fotos da revista inglesa “Premiere”, inspirada nos clássicos do cinema. O vestido vaporoso foi desenhado por Bill Travilla.
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Bastidores, História »
Não falei aqui ainda que a H.Stern tem 65 anos e, lá pelas tantas, passou por um processo de transformação. Isso há 15 anos, quando foi lançada a Coleção Mundial. Muita coisa mudou desde então. As joias passaram a ser desenhadas seguindo conceitos de design, briefings e estudos de comportamento. Os designers começaram a acompanhar o vai e vem da moda com mais atenção e Costanza Pascolato juntou-se ao time da casa.
Desde então, as coleções da H.Stern ganharam nomes (hoje, toda joalheria batiza suas coleções, mas naquela época, só uma ou outra joia, uma ou outra pedra rara, tinha essa distinção). Na Coleção Mundial, as joias foram batizadas com nomes de mulher: Justine, Victoire, Bruna, Ana, Sofia, Louise, Paola, Liz, Lola, Lara, cada uma seguindo um design diferente, exatamente como cada mulher que tem sua personalidade, sua força e carisma.
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Dicas de joias, História »
Já aconteceu de alguém te falar que uma joia é de ouro 14 ou ouro 18? Vamos lá com a tradução do que isso significa. O ouro puro é um material muito, muito maleável. Se você tiver um anel 100% de ouro e cumprimentar alguém, num aperto de mão, o anel vai entortar, ficando ovalado.
Claro que ninguém quer uma joia assim, tão delicada que parece feita de massinha de modelar. Então, o ouro é misturado a outros elementos, como o cobre, o zinco, a prata ou o paládio, formando uma liga metálica. Esses metais determinam a dureza da liga, mas também interferem na cor do ouro – assunto para um futuro post, prometo!
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Eventos, História »
De férias, nossa gerente de projetos especiais, Tipiti Barros, esteve em Paris e escreveu este post, com uma dica pra lá de boa para quem gosta de moda:
“Ainda dá tempo de dar uma passadinha em Paris para ver a exposição de Yves Saint Laurent no Petit Palais. A primeira retrospectiva integral de 40 anos de criação do estilista/artista que revolucionou a maneira das mulheres se vestirem e que apresenta 300 criações de haute couture e prêt-a-porter permanecerá até o dia 29 de agosto de 2010.
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História, Pedras brasileiras »
Outro dia me perguntaram quais as pedras mais raras do Brasil. Eu já escrevi aqui no blog sobre a turmalina Paraíba, uma pedra lindíssima e bastante rara. Mas, além dela, tem também o topázio Imperial, uma variedade do topázio com cor que vai do amarelo ao laranja, com nuances de rosa ou vermelho. A cor vermelha, conhecida como “sherry- red”, exclusiva do Brasil, é considerada a mais valiosa.
Tem quem associe a variação de cor às fases do sol, do amarelinho do amanhecer ao rosado do pôr-do-sol. O nome topázio, by the way, deriva da palavra tapas, do sânscrito, que significa fogo/brilho. Hoje só existe uma mina extraindo topázio Imperial no mundo e ela fica em Minas Gerais, nas cercanias de Ouro Preto. Daí o nome “Imperial”.
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